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As Redes no Projeto Urbanístico é a tese de doutorado de Patricia Bertacchini (FAU-USP), que propõe ler o projeto urbanístico pelo paradigma das redes — entendendo cidade, infraestrutura, usos e desenho urbano como sistemas interdependentes que moldam desempenho urbano e valor territorial.

Viabilidade hoje é pacote de direitos, não só terreno. Outorga/CEPAC, coeficientes, ZEIS e não-computável entram no underwriting com INCC, custo de capital e absorção. Como precificar direito adicional e fazer contrapartidas virarem proteção de valor — tese→métrica→gate→contrato→decisão.

Regeneração urbana virou tese de capital: com dinheiro caro, o prêmio vai para reduzir incerteza (prazo, margem, liquidez), não só entregar produto. O artigo trata regeneração como engenharia de risco no underwriting: valor na rede, entitlement como ativo e CAPEX como volatilidade (SINAPI jan/2026: R$ 1.920,74/m²).

Esse artigo traz um playbook de viabilidade para habitação de mercado popular no Brasil: combinar subsídios explícitos e cruzados, ancorar projetos em redes urbanas (mobilidade, serviços, emprego) e adotar desenho catalítico que ativa valor de localização. Com dados de FJP, FGV, IBGE e mercado, demonstra-se como reduzir risco, proteger margens sob INCC e capturar green ROI em métricas ESG — convertendo cada real investido em valor urbano e social.

Térreos ativos não são estética: são infraestrutura de receita. Com base em teoria de redes, métricas de vitalidade e evidências de mercado, demonstra-se como o desenho urbano plástico reduz vulnerabilidade — vacância, obsolescência e ilhas de calor — e revela prêmio mensurável no NOI. Apresentam-se alavancas de CAPEX, indicadores operacionais e referências atualizadas, focadas na decisão de CEOs e diretores de incorporação.

CEOs de incorporadoras enfrentam um novo cálculo: qual o mix ótimo entre CAPEX de adaptação e seguro para minimizar o custo total de risco? Este guia aplica PRA para estimar EAL, dimensiona mitigações e deriva a taxa de prêmio ótima considerando LR, despesas e resseguro. Com planilha plug-and-play, gráficos com dados atuais e referências técnicas (IPCC, Munich Re, Swiss Re, Susep, FGV), demonstra-se como transformar hazard, vulnerabilidade e exposição em decisões que reduzem prêmio, protegem margens e aumentam valor de ativos.

Em um ciclo de custos elevados e absorção seletiva, placemaking deixa de ser estética e torna-se infraestrutura de NOI. O artigo demonstra, com dados recentes (vacância A/A+ em SP, INCC-M, fluxo setorial do varejo e índices globais), que métricas de engajamento urbano — permanência, repetição, vitalidade 18h, experiência espacial e retenção — reduzem churn, aceleram lease-up e sustentam rent uplift, criando place-alpha. À luz da teoria de redes urbanas e de evidências empíricas, propõe-se um dashboard traduzível em caixa, risco e valor, orientando decisões de produto, operação e capital.

Em cidades cada vez mais urbanizadas, a mobilidade redefine o highest and best use. Redes de metrô, BRT e mobilidade ativa reprogramam centralidades, elevam acessibilidade e reduzem risco — motores de valorização mensurável quando combinados a retrofit ESG e instrumentos de captura de mais-valia. O artigo destrincha evidências recentes (São Paulo, Curitiba e benchmarks globais), propõe um playbook executivo para decisões de aquisição e desinvestimento e mostra como redes catalisam liquidez e regeneração do estoque imobiliário no ciclo 2025–2030.

Coworking 24/7 como amenidade-farol acelera o lease-up em BTR. Com base em redes urbanas, wayfinding e dados de mercado, mostra-se como o coworking integrado ao térreo, com operação e programação inteligentes, eleva conversão, sustenta renovações (+15–20%) e diferencia ativos em eixos centrais — sem depender de descontos, mesmo em ciclos de oferta mais intensa.
Comprimir vacância a 120 dias nos eixos centrais é possível. Este estudo integra redes urbanas, wayfinding e microdados para calibrar mix e amenidades que aceleram o lease-up sem recorrer a descontos. Ao combinar centralidade, experiência e governança semanal de preço e mídia, demonstra-se como ativos best-in-class convertem fluxo urbano em ocupação estável — com evidências de São Paulo e insights globais.