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Há um detalhe que muda completamente a leitura de viabilidade: o ativo central já não é apenas a terra — é o “pacote de direitos” que transforma solo em área vendável, cronograma em previsibilidade e regulação em risco (ou em vantagem). Quando outorga onerosa, CEPAC, coeficientes, ZEIS e regras de não computável entram na mesma planilha do INCC, do custo de capital e da absorção, a cidade deixa de ser pano de fundo e passa a operar como mecanismo econômico. Este artigo organiza essa “nova economia do solo” em uma narrativa de decisão: como precificar o direito adicional, como ler o mercado quando ele coloca preço em entitlements, e como contrapartidas só protegem valor quando a execução urbana entrega — de fato — cidade.

Regeneração urbana virou tese de alocação de capital: em ciclo de capital caro, o mercado premia remoção de incerteza (prazo, margem e liquidez), não só “produto pronto”.
No artigo, a regeneração é tratada como engenharia de risco no underwriting: valor nasce na rede (conectividade, centralidades, térreo ativo), entitlements viram ativo, e CAPEX vira volatilidade (SINAPI jan/2026: R$ 1.920,74/m²).

Esse artigo traz um playbook de viabilidade para habitação de mercado popular no Brasil: combinar subsídios explícitos e cruzados, ancorar projetos em redes urbanas (mobilidade, serviços, emprego) e adotar desenho catalítico que ativa valor de localização. Com dados de FJP, FGV, IBGE e mercado, demonstra-se como reduzir risco, proteger margens sob INCC e capturar green ROI em métricas ESG — convertendo cada real investido em valor urbano e social.

Térreos ativos não são estética: são infraestrutura de receita. Com base em teoria de redes, métricas de vitalidade e evidências de mercado, demonstra-se como o desenho urbano plástico reduz vulnerabilidade — vacância, obsolescência e ilhas de calor — e revela prêmio mensurável no NOI. Apresentam-se alavancas de CAPEX, indicadores operacionais e referências atualizadas, focadas na decisão de CEOs e diretores de incorporação.

CEOs de incorporadoras enfrentam um novo cálculo: qual o mix ótimo entre CAPEX de adaptação e seguro para minimizar o custo total de risco? Este guia aplica PRA para estimar EAL, dimensiona mitigações e deriva a taxa de prêmio ótima considerando LR, despesas e resseguro. Com planilha plug-and-play, gráficos com dados atuais e referências técnicas (IPCC, Munich Re, Swiss Re, Susep, FGV), demonstra-se como transformar hazard, vulnerabilidade e exposição em decisões que reduzem prêmio, protegem margens e aumentam valor de ativos.

Em um ciclo de custos elevados e absorção seletiva, placemaking deixa de ser estética e torna-se infraestrutura de NOI. O artigo demonstra, com dados recentes (vacância A/A+ em SP, INCC-M, fluxo setorial do varejo e índices globais), que métricas de engajamento urbano — permanência, repetição, vitalidade 18h, experiência espacial e retenção — reduzem churn, aceleram lease-up e sustentam rent uplift, criando place-alpha. À luz da teoria de redes urbanas e de evidências empíricas, propõe-se um dashboard traduzível em caixa, risco e valor, orientando decisões de produto, operação e capital.

Em cidades cada vez mais urbanizadas, a mobilidade redefine o highest and best use. Redes de metrô, BRT e mobilidade ativa reprogramam centralidades, elevam acessibilidade e reduzem risco — motores de valorização mensurável quando combinados a retrofit ESG e instrumentos de captura de mais-valia. O artigo destrincha evidências recentes (São Paulo, Curitiba e benchmarks globais), propõe um playbook executivo para decisões de aquisição e desinvestimento e mostra como redes catalisam liquidez e regeneração do estoque imobiliário no ciclo 2025–2030.

Coworking 24/7 como amenidade-farol acelera o lease-up em BTR. Com base em redes urbanas, wayfinding e dados de mercado, mostra-se como o coworking integrado ao térreo, com operação e programação inteligentes, eleva conversão, sustenta renovações (+15–20%) e diferencia ativos em eixos centrais — sem depender de descontos, mesmo em ciclos de oferta mais intensa.
Comprimir vacância a 120 dias nos eixos centrais é possível. Este estudo integra redes urbanas, wayfinding e microdados para calibrar mix e amenidades que aceleram o lease-up sem recorrer a descontos. Ao combinar centralidade, experiência e governança semanal de preço e mídia, demonstra-se como ativos best-in-class convertem fluxo urbano em ocupação estável — com evidências de São Paulo e insights globais.

Industrialização como opcionalidade: mostra-se quando e como o modular vira hedge de prazo e CAPEX — sem canibalizar o produto. Com NBR 15575, INCC/CUB, e padrões ICC/MBI, o artigo entrega métricas, breakeven de fábrica, contratos por produto e governança DfMA/BIM. Direcionado a CEOs/CFOs que buscam previsibilidade, velocidade e preservação de valor.