Habitação de mercado popular: viabilidade, subsídios cruzados e desenho urbano catalítico

Esse artigo traz um playbook de viabilidade para habitação de mercado popular no Brasil: combinar subsídios explícitos e cruzados, ancorar projetos em redes urbanas (mobilidade, serviços, emprego) e adotar desenho catalítico que ativa valor de localização. Com dados de FJP, FGV, IBGE e mercado, demonstra-se como reduzir risco, proteger margens sob INCC e capturar green ROI em métricas ESG — convertendo cada real investido em valor urbano e social.

Plasticidade urbana e térreos ativos: reduzindo vulnerabilidade (e prêmio) por desenho urbano” — da teoria em redes ao capex certo

Térreos ativos não são estética: são infraestrutura de receita. Com base em teoria de redes, métricas de vitalidade e evidências de mercado, demonstra-se como o desenho urbano plástico reduz vulnerabilidade — vacância, obsolescência e ilhas de calor — e revela prêmio mensurável no NOI. Apresentam-se alavancas de CAPEX, indicadores operacionais e referências atualizadas, focadas na decisão de CEOs e diretores de incorporação.

Seguro ótimo e CAPEX de adaptação: como minimizar EAL e taxa de prêmio com dados de PRA — guia com planilha plug-and-play

CEOs de incorporadoras enfrentam um novo cálculo: qual o mix ótimo entre CAPEX de adaptação e seguro para minimizar o custo total de risco? Este guia aplica PRA para estimar EAL, dimensiona mitigações e deriva a taxa de prêmio ótima considerando LR, despesas e resseguro. Com planilha plug-and-play, gráficos com dados atuais e referências técnicas (IPCC, Munich Re, Swiss Re, Susep, FGV), demonstra-se como transformar hazard, vulnerabilidade e exposição em decisões que reduzem prêmio, protegem margens e aumentam valor de ativos.

Do placemaking ao NOI: métricas de engajamento urbano que reduzem churn e elevam preço real — evidências de redes urbanas catalíticas

Em um ciclo de custos elevados e absorção seletiva, placemaking deixa de ser estética e torna-se infraestrutura de NOI. O artigo demonstra, com dados recentes (vacância A/A+ em SP, INCC-M, fluxo setorial do varejo e índices globais), que métricas de engajamento urbano — permanência, repetição, vitalidade 18h, experiência espacial e retenção — reduzem churn, aceleram lease-up e sustentam rent uplift, criando place-alpha. À luz da teoria de redes urbanas e de evidências empíricas, propõe-se um dashboard traduzível em caixa, risco e valor, orientando decisões de produto, operação e capital.

Redes Urbanas e Valorização Imobiliária: como a mobilidade redefine o ‘highest and best use’

Em cidades cada vez mais urbanizadas, a mobilidade redefine o highest and best use. Redes de metrô, BRT e mobilidade ativa reprogramam centralidades, elevam acessibilidade e reduzem risco — motores de valorização mensurável quando combinados a retrofit ESG e instrumentos de captura de mais-valia. O artigo destrincha evidências recentes (São Paulo, Curitiba e benchmarks globais), propõe um playbook executivo para decisões de aquisição e desinvestimento e mostra como redes catalisam liquidez e regeneração do estoque imobiliário no ciclo 2025–2030.

Coworking 24/7 como amenidade-farol: o que realmente acelera o lease-up em BTR — evidências de ROI marginal e case studies por submercado.

Coworking 24/7 como amenidade-farol acelera o lease-up em BTR. Com base em redes urbanas, wayfinding e dados de mercado, mostra-se como o coworking integrado ao térreo, com operação e programação inteligentes, eleva conversão, sustenta renovações (+15–20%) e diferencia ativos em eixos centrais — sem depender de descontos, mesmo em ciclos de oferta mais intensa.

Lease-up em 120 dias: desenho de mix e amenidades que comprimem vacância em eixos centrais” — estudo de casos com microdados e wayfinding urbano.

Comprimir vacância a 120 dias nos eixos centrais é possível. Este estudo integra redes urbanas, wayfinding e microdados para calibrar mix e amenidades que aceleram o lease-up sem recorrer a descontos. Ao combinar centralidade, experiência e governança semanal de preço e mídia, demonstra-se como ativos best-in-class convertem fluxo urbano em ocupação estável — com evidências de São Paulo e insights globais.

Industrialização como opcionalidade: quando o modular vira hedge de prazo e CAPEX sem canibalizar o produto.

Industrialização como opcionalidade: mostra-se quando e como o modular vira hedge de prazo e CAPEX — sem canibalizar o produto. Com NBR 15575, INCC/CUB, e padrões ICC/MBI, o artigo entrega métricas, breakeven de fábrica, contratos por produto e governança DfMA/BIM. Direcionado a CEOs/CFOs que buscam previsibilidade, velocidade e preservação de valor.

Como construir um IPU setorial para multifamily: pesos, proxies e sensibilidade de aluguel real

Este artigo entrega uma receita prática para construir um IPU setorial de multifamily — um índice proprietário que combina absorção, vacância, preço e renda para qualificar praças, calibrar produto e antecipar aluguel real. Com dados atuais (SiiLA, FipeZAP, IBGE), matriz de pesos e proxies, e quatro figuras em JPEG, apresenta um framework operável inspirado na teoria de redes urbanas, orientado a decisões de originação, alocação e gestão.

Da estação ao quarteirão: táticas de place-making que aumentam o IPU em 18 meses” — intervenções leves, rápidas e baratas que movem a agulha

Da estação ao quarteirão, táticas de placemaking leves, rápidas e baratas podem elevar o IPU em 18 meses: conectam last-mile, ativam fachadas e reduzem risco de locação, com CAPEX enxuto e métricas claras. O artigo mapeia kits LQC testados globalmente, mostra evidências de valorização e vacância em eixos acessíveis e propõe um roadmap executivo que transforma fluxo de estação em valor incorporável — com governança, dados e captura de valor.